terça-feira, 10 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
Na Ausência
Na ausência de um desterro.
um beijo.
Na ausência de um acerto
um erro.
Na ausência de um espelho
o degredo.
Na ausencia de um Abrigo
o exílio.
Na ausência de uma rosa
Jasmim.
Na ausência de um perdão
um fim.
Na ausência de um não
um sim.
Caio Fernandes
um beijo.
Na ausência de um acerto
um erro.
Na ausência de um espelho
o degredo.
Na ausencia de um Abrigo
o exílio.
Na ausência de uma rosa
Jasmim.
Na ausência de um perdão
um fim.
Na ausência de um não
um sim.
Caio Fernandes
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O Menino e o Tempo - Parte I
Cresce, disse o Tempo ao menino. Mas o menino não entendeu muito bem o sentido da palavra crescer. Então o Tempo repetiu, cresce. O menino se ressentiu. Já sou grande! Cresce! insistiu o Tempo. O menino cruzou os braços como forma de rejeição. Não enchergar que já tens barba? Ou cresce ou vai sofrer por amor! ameaçou o Tempo. O menino na dúvida entre crescer ou não... como se fosse possível não crescer, perguntou se ao crescer não sofreria por amor e o Tempo respondeu risonho... Claro que não, crescerá e o amor é o amor... sempre assim felicidade e dor.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Mudou de camisa
Trocou nosso manto sagrado
Por um pano de chão
E ainda dizem
Que “futebol é paixão”
Quando foi contratado
Chegou aclamado
Trazendo esperança
E motivação
beijou nosso distintivo
nossa torcida deu incentivo
E logo em seguida a frustração
Mudou de camisa
Por uma promessa de salário
deixou o estádio sem canção
o time escolhido era o adversário
logo no nosso centenário
essa desilusão
a multidão rival
vai gritar teu nome
vai fazer carnaval
e será a próxima vitima
do teu empresário
mais um mercenário
atrás do capital
“Nunca mais caiu nessa”
Dizia o torcedor,
dando a sentença final
Esperando a nova contratação
Que vinha do rival
Verão
Eram as primeiras horas daquele verão que passavam sincronizado com os passaros piando
Iniciara com um sol claro, céu sem nuvens, sopro leve carregam folhas que balançam no ar
A vontade de ir a praia aumenta gradualmente com o abrir dos olhos
Ao chegar da janela percebe-se, o verão chegou
Mas a vontade vai ter que esperar
Pois da minha janela
Vejo uma cidade
Sem mar
Assinar:
Postagens (Atom)